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Matéria atualizada 15/03/2016

Trâmites de exportação de gado e carne no Mercosul difere de outros

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca do Uruguai (MGAP) esclareceu que o protocolo vigente para exportar gado em pé a países membros do Mercosul difere substancialmente do restante, de forma que orientou os exportadores sobre os procedimentos a seguir.


As empresas interessadas em exportar gado em pé à Argentina, seja para reprodução, engorda e terminação no destino, seja diretamente para abate imediato, devem apresentar uma nova dirigida ao diretor de Sanidade Animal solicitando o começo do trâmite para exportação. Na carta, devem-se incluir os seguintes dados: empresa exportadora, categoria, raça e finalidade produtiva dos animais a serem exportados. Deve-se incluir o país de destino, o número de animais a embarcar, o nome, a localização e o número de Dicose do estabelecimento de concentração previamente habilitado pela Direção de Sanidade Animal. Por sua vez, junto à solicitação, a empresa exportadora deve apresentar o recibo de pagamento da exportação e a data provável do embarque.


A secretaria de Estado esclareceu que, uma vez emitida a resolução de exportação e entrada a totalidade dos animais, começa o período de concentração e sanidade de exportação por parte do Serviço Oficial Local. Não poderão entrar novos animais ao estabelecimento de isolamento e se deverão garantir as condições de isolamento dos animais a exportar e fontes de água exclusivas para tal fim. O material necessário para o trabalho com esses animais não poderão ser compartilhados com os demais do estabelecimento. Por sua vez, somente pessoal autorizado poderá entrar na quarentena. Terminada a quarentena e com o certificado sanitário assinado, os identificadores dos animais serão lidos e eles serão enviados para o destino.


Fonte: El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.


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