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Matéria atualizada 23/02/2016

CNA/Cepea: custo da pecuária de corte no país avança 10,9%

Pesquisadores analisam dados dos 11 principais Estados produtores

Os pecuaristas de corte dos 11 principais Estados criadores de bovinos do País reduziram seus ganhos no ano passado, conforme pesquisa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgada nesta sexta-feira (19/2) em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP). São eles Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Tocantins.


Na média desses Estados, enquanto os custos de produção subiram 10,97%, a arroba do boi gordo avançou apenas 2%. Só em Tocantins os ganhos com a arroba do boi gordo (8,79%) superaram a alta de custos (6,84%) para o período analisado. Os custos subiram mais no Pará, onde a alta foi de 21,13%, ante aumento de 6,36% na arroba do boi gordo.


Em São Paulo, praça pecuária referência para o País, o custo operacional total (COT) aumentou 13,27%, enquanto os ganhos com a arroba avançaram 3,13% entre janeiro e dezembro do ano passado. O indicador Cepea/Esalq-USP do boi gordo na praça São Paulo subiu 3,7% em igual período.


Entre os motivos apontados pelo estudo da CNA/Cepea para o aumento dos custos de produção aos pecuaristas estão a alta do dólar frente o real, o encarecimento dos animais de reposição (bois magros e bezerros) e seca prolongada no Centro-Sul e no Norte e Nordeste, o que obrigou muitos pecuaristas a suplementarem o rebanho com ração. O maior impacto sobre os custos, segundo o estudo, veio do bezerro, cujo preço médio aumentou 9,67% em 2015.


A lista de principais influências segue com os insumos, que têm componentes importados, como o fosfato bicálcico, cotado em dólar. Neste grupo, estão o sal mineral (+17,76% em 2015), fertilizantes e corretivos (20,3%), defensivos aplicados às pastagens (10,65%) e medicamentos (11,91%).


A mão de obra também contribuiu para a alta do custo, com os salários reajustados em 8,84%. Apesar da margem mais apertada, houve ganho de produtividade. A quantidade de arrobas vendidas por funcionário aumentou, em média, 117%, indicando melhor aproveitamento do trabalho e redução no custo por animal produzido.


Fonte: Estadão


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