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Neilor Antonelli

Pode até parecer uma daquelas pouco confiáveis histórias de pescador, mas o pecuarista Neilor Antonelli, de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná, garante ser um perito nesse hobby. Todos os anos, ele costuma juntar um grupo de amigos e vai tentar a sorte nos piscosos rios do Pantanal, onde assegura fisgar jaus, pintados, pacus e dourados. Natural de Bituruna, um pequeno município de 26 mil habitantes localizado no Sudoeste paranaense, sempre que pode Antonelli também vai atrás das vorazes traíras, abundantes nos rios e lagos paranaenses, onde são mais conhecidas como “taraíras”. “Eu gosto muito de pescar, tenho todos os equipamentos para praticar o esporte, mas nos últimos anos não tenho encontrado tempo, pois o trabalho na fazenda exige muito da gente”, explica o titular da Cabanha Canaã, uma empresa que vem se consagrando no mercado há aproximadamente 15 anos, na produção e comercialização de touros e matrizes das raças Angus, Brangus e Braford e cavalos da raça Crioula.

Antonelli, no entanto, é obrigado a encontrar espaço em sua corrida agenda para pescar com os netos. O mais velho dos quatro netos, Vinícius, de 7 anos, adora pescarias e sempre que visita a fazenda exige a companhia do avô para pescar assanhados lambaris nos rios que banham a propriedade. “O avô tem que fazer tudo na pescaria, desde procurar minhocas até colocar a isca no anzol para que eles possa pescar. Mas eu gosto muito, é uma farra só”, brinca o avô coruja, de 59 anos, que é casado com Maria Terezinha, 57, e tem três filhos: Eduardo, 25, Juliana, 33, e Luciana, 37.

Quem curte pescarias normalmente gosta de cozinhar. Deixando a modéstia de lado, Antonelli diz que vai para a cozinha sem qualquer receio e prepara pratos saborosos à base de peixe. Ele gosta de fritar filés de traíra e fazer pacu assado, mas a sua especialidade é o ensopado de pintado, preparado com tomate, cebola, alho, pimentão, coentro, cebolinha, pimenta e azeite de oliva. “A minha esposa faz um pirão espetacular com as cabeças de peixe e fica uma delícia para acompanhar o ensopado de pintado”, diz. O churrasco, é claro, não pode faltar na casa de um pecuarista que se preze, mas obrigatoriamente tem que ser de carne Brangus ou Angus, por conta do sabor diferenciado e do sabor. “Eu gosto muito de costela. Para mim, churrasco tem que ser de costela”, conta.

Antonelli mantém na fazenda uma matilha com cinco animais das raças Border Collie e Burriller (ou Australian Cattle Dog, famoso pelos filmes da série de ficção científica Mad Max). Indicados para o pastoreio, os cachorros fazem a alegria da criançada. “Eles são campeiros, próprios para a função com o gado, mas muito dóceis, carinhosos”, explica.

O produtor também aprecia andar a cavalo e usa os equinos Crioulos, tanto para o lazer como na lida no campo. Montar já é uma atividade que exige bastante preparo físico, mas Antonelli procura manter a forma praticando exercícios regularmente. Tanto que construiu uma pista de 400 metros ao lado do tanque dos equinos para caminhar junto com a esposa.

Para relaxar, o produtor gosta de assistir televisão. A preferência é para filmes de bangue-bangue e de ação. Destaca os atores Charles Bronson, Harrison Ford e Silvester Stallone, todos durões que não levam desaforo para casa. Ele também curte acompanhar jogos de futebol dos dois times do coração. No Paraná, torce para o Coxa, como o Coritiba é carinhosamente chamado pela fiel torcida. Mas também apoia o São Paulo, hexacampeão brasileiro, três vezes campeão do Mundial Interclubes e outras três da Copa Libertadores da América. E dono de 21 títulos paulistas.

Até pouco tempo, Antonelli costumava ir aos estádios, mas hoje prefere acompanhar os jogos em casa. “Eu costumava ir no Beira-Rio [estádio do Internacional de Porto Alegre] e no Olímpico [antigo estádio do Grêmio], mas atualmente prefiro ver os jogos na tevê, bem acomodado no sofá”, conta o criador, que no rádio só ouve música sertaneja. “Mas não sertanejo-universitário, que é muito ruim”, decreta.

 
 
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